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domingo, 15 de outubro de 2017

Sociedade Vitória Rio da Luz Alto – Patrimônio Cultural do Schützenverei...



Publicado em 30 de abr de 2017
A Sociedade Vitória do Rio da Luz Alto foi fundada em plena vigência do Estado Novo na era Vargas, em 1943.
À época estava em vigor um dos primeiros decreto-lei, que passou a vigorar no Brasil proclamado para fortalecer as políticas públicas da construção da identidade cultura da nação brasileira. Eis o DECRETO-LEI Nº 25, DE 30 DE NOVEMBRO DE 1937. DO PATRIMÔNIO HISTÓRICO E ARTÍSTICO NACIONAL Art. 1º Constitue o patrimônio histórico e artístico nacional o conjunto dos bens móveis e imóveis existentes no país e cuja conservação seja de interêsse público, quer por sua vinculação a fatos memoráveis da história do Brasil, quer por seu excepcional valor arqueológico ou etnográfico, bibliográfico ou artístico. 
Desde dessa época a Sociedade Vitória, através das praticas do associativismo tem construído os vínculos culturais com a comunidade em conformidade com o pensamento dos antepassados – pomeranos e alemães - visando salvaguardar o Patrimônio Cultural do Schützenverein, da tradicional festa de tiro ao alvo rei e rainha.
Na edição da festa de outono de 29 de abril de 2017, sábado à partir das 18 hs aconteceu a festa de sagração das seguintes majestades:



Inácio Hornburg – rei;
Onda Rohweder Hornburg – rainha;
Irineu Hornburg – 1º cavalheiro;
Dorli Lemke Hornburg – 1ª princesa;
Sido Hornburg – 2º cavalheiro;
Angelina Peixer Hornburg – 2ª princesas





Observação: A corte do rei e os respectivos cavalheiros era composto por irmãos, sendo o Inácio e Irineu, gêmeos. Um raro acontecimento desses num evento do schützenverein, numa sociedade de tiro ao alvo.





O evento foi programado em várias etapas como, a concentração dos sócios, ritualística folclórica de busca de majestades – banda Estrela de Outro de Rio Cerro II, sedo o bandeireiro, o Senhor Vendelin Ittner -, sessão de homenagem, jantar festivo, competições de tiro ao alvo, baile social e sagração das novas majestades, todas ligada à família Hornburg.
Através deste evento, o Rio da Luz Alto continua evidenciando o seu Patrimônio Cultural Brasileiro, pois é uma área que foi espaço da colonização do povo germânico (pomerano e alemão) e um filete da colonização sueca.
Atualmente essa região conta com chancela do Poder Público Federal, para salvaguardar o Patrimônio Cultural Material, Imaterial e Natural. 
Assim, o desafio atualmente, é sensibilizar a comunidade pelo valor que representa essa Paisagem Cultural, pois está sendo desenvolvida pelo diálogo construtivo essa política pública.. A comunidade é parceira, no momento que revela o conhecimento da história do local e dos antepassados. Foram os colonizadores outrora, que tornaram o Vale do Rio da Luz, em destaque mundial, pois ali se assentou um povo que perdeu na Europa, o seu território, bandeira e identidade.
Para dar luz e alento a esse povo do entroncamento eslavo, mas tendo os referenciais da cultura germânica, o Brasil foi o palco de acolhimento da colonização, no transcorrer da segunda metade do século XIX, nos três estados, Espírito Santo, Santa Catarina e Rio Grande do Sul.
Portanto, a Sociedade Vitória do Rio da Luz Alto, tem o compromisso de difundir parte do legado cultural da comunidade teuto-brasileira, através de uma diretoria, que busca conciliar modernidade com a memória da história dos antepassados, que construíram pelos valores do seu povo, o seu Patrimônio Cultural Material e Imaterial (tangível e intangível).
Ademir Pfiffer - Historiador

Sociedade Vitória Rio da Luz Alto – Patrimônio Cultural do Schützenverei...



Publicado em 30 de abr de 2017
A Sociedade Vitória do Rio da Luz Alto foi fundada em plena vigência do Estado Novo na era Vargas, em 1943.
À época estava em vigor um dos primeiros decreto-lei, que passou a vigorar no Brasil proclamado para fortalecer as políticas públicas da construção da identidade cultura da nação brasileira. Eis o DECRETO-LEI Nº 25, DE 30 DE NOVEMBRO DE 1937. DO PATRIMÔNIO HISTÓRICO E ARTÍSTICO NACIONAL Art. 1º Constitue o patrimônio histórico e artístico nacional o conjunto dos bens móveis e imóveis existentes no país e cuja conservação seja de interêsse público, quer por sua vinculação a fatos memoráveis da história do Brasil, quer por seu excepcional valor arqueológico ou etnográfico, bibliográfico ou artístico. 
Desde dessa época a Sociedade Vitória, através das praticas do associativismo tem construído os vínculos culturais com a comunidade em conformidade com o pensamento dos antepassados – pomeranos e alemães - visando salvaguardar o Patrimônio Cultural do Schützenverein, da tradicional festa de tiro ao alvo rei e rainha.
Na edição da festa de outono de 29 de abril de 2017, sábado à partir das 18 hs aconteceu a festa de sagração das seguintes majestades:



Inácio Hornburg – rei;


Onda Rohweder Hornburg – rainha;

Irineu Hornburg – 1º cavalheiro;
Dorli Lemke Hornburg – 1ª princesa;
Sido Hornburg – 2º cavalheiro;
Angelina Peixer Hornburg – 2ª princesas





Observação: A corte do rei e os respectivos cavalheiros era composto por irmãos, sendo o Inácio e Irineu, gêmeos. Um raro acontecimento desses num evento do schützenverein, numa sociedade de tiro ao alvo.





O evento foi programado em várias etapas como, a concentração dos sócios, ritualística folclórica de busca de majestades – banda Estrela de Outro de Rio Cerro II, sedo o bandeireiro, o Senhor Vendelin Ittner -, sessão de homenagem, jantar festivo, competições de tiro ao alvo, baile social e sagração das novas majestades, todas ligada à família Hornburg.


Através deste evento, o Rio da Luz Alto continua evidenciando o seu Patrimônio Cultural Brasileiro, pois é uma área que foi espaço da colonização do povo germânico (pomerano e alemão) e um filete da colonização sueca.

Atualmente essa região conta com chancela do Poder Público Federal, para salvaguardar o Patrimônio Cultural Material, Imaterial e Natural. 
Assim, o desafio atualmente, é sensibilizar a comunidade pelo valor que representa essa Paisagem Cultural, pois está sendo desenvolvida pelo diálogo construtivo essa política pública.. A comunidade é parceira, no momento que revela o conhecimento da história do local e dos antepassados. Foram os colonizadores outrora, que tornaram o Vale do Rio da Luz, em destaque mundial, pois ali se assentou um povo que perdeu na Europa, o seu território, bandeira e identidade.
Para dar luz e alento a esse povo do entroncamento eslavo, mas tendo os referenciais da cultura germânica, o Brasil foi o palco de acolhimento da colonização, no transcorrer da segunda metade do século XIX, nos três estados, Espírito Santo, Santa Catarina e Rio Grande do Sul.
Portanto, a Sociedade Vitória do Rio da Luz Alto, tem o compromisso de difundir parte do legado cultural da comunidade teuto-brasileira, através de uma diretoria, que busca conciliar modernidade com a memória da história dos antepassados, que construíram pelos valores do seu povo, o seu Patrimônio Cultural Material e Imaterial (tangível e intangível).
Ademir Pfiffer - Historiador

Sociedade Vitória Rio da Luz Alto – Patrimônio Cultural do Schützenverei...



Publicado em 30 de abr de 2017
A Sociedade Vitória do Rio da Luz Alto foi fundada em plena vigência do Estado Novo na era Vargas, em 1943.
À época estava em vigor um dos primeiros decreto-lei, que passou a vigorar no Brasil proclamado para fortalecer as políticas públicas da construção da identidade cultura da nação brasileira. Eis o DECRETO-LEI Nº 25, DE 30 DE NOVEMBRO DE 1937. DO PATRIMÔNIO HISTÓRICO E ARTÍSTICO NACIONAL Art. 1º Constitue o patrimônio histórico e artístico nacional o conjunto dos bens móveis e imóveis existentes no país e cuja conservação seja de interêsse público, quer por sua vinculação a fatos memoráveis da história do Brasil, quer por seu excepcional valor arqueológico ou etnográfico, bibliográfico ou artístico. 
Desde dessa época a Sociedade Vitória, através das praticas do associativismo tem construído os vínculos culturais com a comunidade em conformidade com o pensamento dos antepassados – pomeranos e alemães - visando salvaguardar o Patrimônio Cultural do Schützenverein, da tradicional festa de tiro ao alvo rei e rainha.
Na edição da festa de outono de 29 de abril de 2017, sábado à partir das 18 hs aconteceu a festa de sagração das seguintes majestades:



Inácio Hornburg – rei;
Onda Rohweder Hornburg – rainha;
Irineu Hornburg – 1º cavalheiro;
Dorli Lemke Hornburg – 1ª princesa;
Sido Hornburg – 2º cavalheiro;
Angelina Peixer Hornburg – 2ª princesas





Observação: A corte do rei e os respectivos cavalheiros era composto por irmãos, sendo o Inácio e Irineu, gêmeos. Um raro acontecimento desses num evento do schützenverein, numa sociedade de tiro ao alvo.





O evento foi programado em várias etapas como, a concentração dos sócios, ritualística folclórica de busca de majestades – banda Estrela de Outro de Rio Cerro II, sedo o bandeireiro, o Senhor Vendelin Ittner -, sessão de homenagem, jantar festivo, competições de tiro ao alvo, baile social e sagração das novas majestades, todas ligada à família Hornburg.
Através deste evento, o Rio da Luz Alto continua evidenciando o seu Patrimônio Cultural Brasileiro, pois é uma área que foi espaço da colonização do povo germânico (pomerano e alemão) e um filete da colonização sueca.
Atualmente essa região conta com chancela do Poder Público Federal, para salvaguardar o Patrimônio Cultural Material, Imaterial e Natural. 
Assim, o desafio atualmente, é sensibilizar a comunidade pelo valor que representa essa Paisagem Cultural, pois está sendo desenvolvida pelo diálogo construtivo essa política pública.. A comunidade é parceira, no momento que revela o conhecimento da história do local e dos antepassados. Foram os colonizadores outrora, que tornaram o Vale do Rio da Luz, em destaque mundial, pois ali se assentou um povo que perdeu na Europa, o seu território, bandeira e identidade.
Para dar luz e alento a esse povo do entroncamento eslavo, mas tendo os referenciais da cultura germânica, o Brasil foi o palco de acolhimento da colonização, no transcorrer da segunda metade do século XIX, nos três estados, Espírito Santo, Santa Catarina e Rio Grande do Sul.
Portanto, a Sociedade Vitória do Rio da Luz Alto, tem o compromisso de difundir parte do legado cultural da comunidade teuto-brasileira, através de uma diretoria, que busca conciliar modernidade com a memória da história dos antepassados, que construíram pelos valores do seu povo, o seu Patrimônio Cultural Material e Imaterial (tangível e intangível).
Ademir Pfiffer - Historiador

Sociedade Vitória Rio da Luz Alto – Patrimônio Cultural do Schützenverei...



Publicado em 30 de abr de 2017
A Sociedade Vitória do Rio da Luz Alto foi fundada em plena vigência do Estado Novo na era Vargas, em 1943.
À época estava em vigor um dos primeiros decreto-lei, que passou a vigorar no Brasil proclamado para fortalecer as políticas públicas da construção da identidade cultura da nação brasileira. Eis o DECRETO-LEI Nº 25, DE 30 DE NOVEMBRO DE 1937. DO PATRIMÔNIO HISTÓRICO E ARTÍSTICO NACIONAL Art. 1º Constitue o patrimônio histórico e artístico nacional o conjunto dos bens móveis e imóveis existentes no país e cuja conservação seja de interêsse público, quer por sua vinculação a fatos memoráveis da história do Brasil, quer por seu excepcional valor arqueológico ou etnográfico, bibliográfico ou artístico. 
Desde dessa época a Sociedade Vitória, através das praticas do associativismo tem construído os vínculos culturais com a comunidade em conformidade com o pensamento dos antepassados – pomeranos e alemães - visando salvaguardar o Patrimônio Cultural do Schützenverein, da tradicional festa de tiro ao alvo rei e rainha.
Na edição da festa de outono de 29 de abril de 2017, sábado à partir das 18 hs aconteceu a festa de sagração das seguintes majestades:



Inácio Hornburg – rei;
Onda Rohweder Hornburg – rainha;
Irineu Hornburg – 1º cavalheiro;
Dorli Lemke Hornburg – 1ª princesa;
Sido Hornburg – 2º cavalheiro;
Angelina Peixer Hornburg – 2ª princesas





Observação: A corte do rei e os respectivos cavalheiros era composto por irmãos, sendo o Inácio e Irineu, gêmeos. Um raro acontecimento desses num evento do schützenverein, numa sociedade de tiro ao alvo.





O evento foi programado em várias etapas como, a concentração dos sócios, ritualística folclórica de busca de majestades – banda Estrela de Outro de Rio Cerro II, sedo o bandeireiro, o Senhor Vendelin Ittner -, sessão de homenagem, jantar festivo, competições de tiro ao alvo, baile social e sagração das novas majestades, todas ligada à família Hornburg.
Através deste evento, o Rio da Luz Alto continua evidenciando o seu Patrimônio Cultural Brasileiro, pois é uma área que foi espaço da colonização do povo germânico (pomerano e alemão) e um filete da colonização sueca.
Atualmente essa região conta com chancela do Poder Público Federal, para salvaguardar o Patrimônio Cultural Material, Imaterial e Natural. 
Assim, o desafio atualmente, é sensibilizar a comunidade pelo valor que representa essa Paisagem Cultural, pois está sendo desenvolvida pelo diálogo construtivo essa política pública.. A comunidade é parceira, no momento que revela o conhecimento da história do local e dos antepassados. Foram os colonizadores outrora, que tornaram o Vale do Rio da Luz, em destaque mundial, pois ali se assentou um povo que perdeu na Europa, o seu território, bandeira e identidade.
Para dar luz e alento a esse povo do entroncamento eslavo, mas tendo os referenciais da cultura germânica, o Brasil foi o palco de acolhimento da colonização, no transcorrer da segunda metade do século XIX, nos três estados, Espírito Santo, Santa Catarina e Rio Grande do Sul.
Portanto, a Sociedade Vitória do Rio da Luz Alto, tem o compromisso de difundir parte do legado cultural da comunidade teuto-brasileira, através de uma diretoria, que busca conciliar modernidade com a memória da história dos antepassados, que construíram pelos valores do seu povo, o seu Patrimônio Cultural Material e Imaterial (tangível e intangível).
Ademir Pfiffer - Historiador

Sociedade Vitória Rio da Luz Alto – Patrimônio Cultural do Schützenverei...



Publicado em 30 de abr de 2017
A Sociedade Vitória do Rio da Luz Alto foi fundada em plena vigência do Estado Novo na era Vargas, em 1943.
À época estava em vigor um dos primeiros decreto-lei, que passou a vigorar no Brasil proclamado para fortalecer as políticas públicas da construção da identidade cultura da nação brasileira. Eis o DECRETO-LEI Nº 25, DE 30 DE NOVEMBRO DE 1937. DO PATRIMÔNIO HISTÓRICO E ARTÍSTICO NACIONAL Art. 1º Constitue o patrimônio histórico e artístico nacional o conjunto dos bens móveis e imóveis existentes no país e cuja conservação seja de interêsse público, quer por sua vinculação a fatos memoráveis da história do Brasil, quer por seu excepcional valor arqueológico ou etnográfico, bibliográfico ou artístico. 
Desde dessa época a Sociedade Vitória, através das praticas do associativismo tem construído os vínculos culturais com a comunidade em conformidade com o pensamento dos antepassados – pomeranos e alemães - visando salvaguardar o Patrimônio Cultural do Schützenverein, da tradicional festa de tiro ao alvo rei e rainha.
Na edição da festa de outono de 29 de abril de 2017, sábado à partir das 18 hs aconteceu a festa de sagração das seguintes majestades:



Inácio Hornburg – rei;
Onda Rohweder Hornburg – rainha;
Irineu Hornburg – 1º cavalheiro;
Dorli Lemke Hornburg – 1ª princesa;
Sido Hornburg – 2º cavalheiro;
Angelina Peixer Hornburg – 2ª princesas





Observação: A corte do rei e os respectivos cavalheiros era composto por irmãos, sendo o Inácio e Irineu, gêmeos. Um raro acontecimento desses num evento do schützenverein, numa sociedade de tiro ao alvo.





O evento foi programado em várias etapas como, a concentração dos sócios, ritualística folclórica de busca de majestades – banda Estrela de Outro de Rio Cerro II, sedo o bandeireiro, o Senhor Vendelin Ittner -, sessão de homenagem, jantar festivo, competições de tiro ao alvo, baile social e sagração das novas majestades, todas ligada à família Hornburg.
Através deste evento, o Rio da Luz Alto continua evidenciando o seu Patrimônio Cultural Brasileiro, pois é uma área que foi espaço da colonização do povo germânico (pomerano e alemão) e um filete da colonização sueca.
Atualmente essa região conta com chancela do Poder Público Federal, para salvaguardar o Patrimônio Cultural Material, Imaterial e Natural. 
Assim, o desafio atualmente, é sensibilizar a comunidade pelo valor que representa essa Paisagem Cultural, pois está sendo desenvolvida pelo diálogo construtivo essa política pública.. A comunidade é parceira, no momento que revela o conhecimento da história do local e dos antepassados. Foram os colonizadores outrora, que tornaram o Vale do Rio da Luz, em destaque mundial, pois ali se assentou um povo que perdeu na Europa, o seu território, bandeira e identidade.
Para dar luz e alento a esse povo do entroncamento eslavo, mas tendo os referenciais da cultura germânica, o Brasil foi o palco de acolhimento da colonização, no transcorrer da segunda metade do século XIX, nos três estados, Espírito Santo, Santa Catarina e Rio Grande do Sul.
Portanto, a Sociedade Vitória do Rio da Luz Alto, tem o compromisso de difundir parte do legado cultural da comunidade teuto-brasileira, através de uma diretoria, que busca conciliar modernidade com a memória da história dos antepassados, que construíram pelos valores do seu povo, o seu Patrimônio Cultural Material e Imaterial (tangível e intangível).
Ademir Pfiffer - Historiador

sábado, 14 de outubro de 2017

Alvorada: Patrimônio Cultural da Festa de Rainha - Caneco e Dados - 02



Publicado em 22 de abr de 2017
Jaraguá do Sul (SC): Sociedade Alvorada promotora do Patrimônio Cultural da Festa de Rainha - Caneco e Dados (Königin Partei Krug und Daten), em 22 de abril de 2017, com o musical Só Virtude, de Rio Cerro II.
Todos os anos na estação de outono, desde 1976 o Departamento Feminino desta entidade associativista reserva uma data para a competição de disputa de rainha pelo uso do caneco e dados. Quem obtém o maior números de pontos em três lances é sagrada a rainha do evento.
O evento também estimula a participação das mulheres, que tem preferência por esta modalidade competitiva de fácil jogatina. Sendo que as competições do uso da arma de pressão do tiro ao alvo, bem como do bolão de cancha - um objeto arredondado e pesado - são de preferências para as mulheres que aceitam grandes desafios competitivos.
Porém, todas as associadas da sociedade participam da competição, por se tratar de um evento de integração, lazer social e cultural, de caráter comunitário e de vínculos ligados as tradições germânicas (pomerana e alemã).
Nesta edição, a corte do evento e das majestades era assim constituída:
Rosane Hornburg Zastrow – rainha;
Raulina Nitzke Mathias – 1ª princesa;
Marcia Utpadel da Silva – 2ª princesa;
O evento vespertino teve uma agenda de organização, como concentração das sócias, competições de caneco, ritualística folclórica de busca de majestades, sessão de homenagem às majestades – fundamentado no texto da Senhora Edla Döge Laube, ex- comandante das marchas, antigamente, na Socieade Alvorada – tarde dançante, café colonial, encerramento do evento e sagração das novas majestades para o evento de 2018.
A Sociedade Alvorade de Rio Cerro II – geograficamente e culturalmente, Rio Cerro I – continua com o seu propósito inspirados nos valores dos antepassados e da Pátria, conforme proclama a Constituição Brasileira, de 1988, em seu Artigo 2016, pois ampliou o conceito de patrimônio estabelecido pelo Decreto-lei nº 25, de 30 de novembro de 1937, substituindo a nominação Patrimônio Histórico e Artístico, por Patrimônio Cultural Brasileiro. Essa alteração incorporou o conceito de referência cultural e a definição dos bens passíveis de reconhecimento, sobretudo os de caráter imaterial, como por exemplo, a manifestação cultural e folclórica da festa da competição do caneco e dados.
Dessa forma, a diretoria da entidade associativista cumpre metas de promoção do lazer social e cultural, para o rio cerrenses e entorno sintonizados com a cultura remanescente dos pomeranos e alemães, que acima de tudo são brasileiros da gema. 
Porém, a comunidade é comprometida com os valores, memória e história do velho continente europeu (Germany e Pomerland) de onde essa cultura foi transferida ao Novo Mundo – Brasil - e salvaguardada ao longo dos tempos, constituindo as nossas referências, para a construção da identidade teuto-brasileira, em solo jaraguaense.
Ademir Pfiffer – Historiador

segunda-feira, 2 de outubro de 2017

Iphan: Audiência Pública - Conjunto Rural do Rio da Luz - 08



Publicado em 31 de ago de 2017
O Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional realizou no Vale do Rio da Luz, no Município de Jaraguá do Sul (SC), uma Audiência Pública para debater em conjunto com a comunidade os parâmetros, regramentos e diretrizes relacionados à preservação dos bens tombados naquele vale, incluindo o Texto Alto, no território de Pomerode (SC), pois são considerados Patrimônio Cultural Brasileiro.
A história do inicio da colonização remonta o ano de 1864, quando Emil Odebrecht abriu o Caminho Passo Concórdia, ligando os atuais municípios, Pomerode e Jaraguá do Sul. Ou seja, ligando as localidades de do Rio do Testo ao Rio da Luz, consequentemente, abrindo o primeiro caminho para circulação de pedestres, cavaleiros e carroceiros.
Com essa iniciativa naquele longínquo ano, acelerou-se o assentamento naquelas comunidade rurais de povos de origem germânica como, pomeranos e alemães, inclusive com a presença de algumas famílias de suecos.
Passado mais de um século de reminiscências, os dois municípios foram incluídos como áreas de Paisagem Cultural Brasileira, no cadastro e registro de patrimônio nacional, um orgulho para quem conheça a história e o legado cultural dessa colonização. 
A ação do tombamento durante anos foi escondida sob o tapete das salas dos gabinetes da classe política, o que abriu caminho para inúmeras controvérsias e desgostos, em dez anos de tombamento.
Todavia, o retorno da equipe do Iphan, em 29 de agosto de 2017 trouxe novas perspectivas, pois a comunidade compareceu visando apontar a insatisfação, bem como ouvir quais os caminhos, que serão construídos com a nova portaria de regramento, que será elaborada coletivamente, através de amplas discussões em cinco grupos de trabalho, Rio da Luz I, Rio da Luz II, Rio da Luz Vitória, Rio da Luza (lado pequeno ou logradouro Erwin Rux) e Sohnstiefe.
Entre acalorados debates, com a presença de lideranças de influências no campo político ou voluntariado, dos municípios de Pomerode e Jaraguá do Sul escolheu-se o caminho do diálogo construtivo, fundamentado no planejamento cooperativo e participativo.
Agora, é o momento de colaborar e construir os parâmetros, através de diálogos construtivos, para salvaguardar a história do povo vencedor, o pomerano - brasileiro e o teuto-braisileiro.
Ademir Pfiffer – Historiador