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segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017

Jaraguá do Sul, a Capital Nacional da Cítara - 16



Publicado em 5 de nov de 2016
Desde 2010, a cidade de Jaraguá do Sul (SC) se tornou referência nacional no instrumento da cítara.
Entre os anos 2008 e 2009, o instrumento apareceu na sede do Botafogo Futebol Clube (3º e 4º Encontro dos Músicos da Cultura Alemã) e no Restaurante da Armalwee, através da professora de Matemática e Música, Lúcia Menarin, da cidade de Castro (PR), que fora convida a se apresentar em companhia do filho Henrique (formado em engenharia na Ufsc), no evento germânico, da Barra do Rio Cerro.
Em 2010, a professora Ilka Mahnke Schmidt, após conhecer a professora Lúcia em uma apresentação no Botafogo Futebol Clube convidou-a para integra-se ao Centro Cultural Neue Heimat (fundado em 1988), atualmente com sede social no bairro Vila Lalau, na rua Alberto Santos Dumont.
Assim, foi organizado uma Escola de Cítara, que difunde o patrimônio musical germânico e nacional.
É importante pontuar, que, no transcorrer da primeira metade do século XX, a cítara era difunda no Currículo da Escola Catarinense, através das irmãs religiosas e professoras (estrangeiras da Alemanha) da Sociedade Escola Divina Providência (atual Bom Jesus), família Gosch, Dornbusch, outras em Jaraguá.
Atualmente, o município jaraguaense no Brasil se tornou referência do empoderamento do instrumento da cítara, pois concentra sete (07), unidades, que foram comprado em sites especializados de internet ou retirado de um armário, pois estava guardado há 60 anos, por exemplo, o instrumento da família Dornbusch.
Na noite véspera do Dia da Cultura, em 04 de novembro, na sede do Centro de Cultura Neue Heimat aconteceu um recital de audição do instrumento musical, com a participação das alunas, Djenifer Amorilla, Ilka Mahnke Schmidt, Sandra Helena Brandenburg,Julia Camille Brandenburg , Manoela Vieira Graciano , Giovana Tribess e Ivone Ponstein.
O evento foi concorrido, pois o repertório musical era rico em composições estrangeiras de origem germânica ou do Patrimônio Nacional, de defesa da identidade cultural brasileira.
A professora Lúcia Menarin, alunas aprendizes dos acordes musicais e aos organizadores do evento, os cumprimentos pelo evento de alto valor simbólico, folclórico e cultural.

Ademir Pfiffer – Historiador

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